segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Os Velhos e Novos Atores Políticos: Partidos e Movimentos Sociais

 






Os movimentos sociais, enquanto fenómenos de ação social, determinantes nas sociedades contemporâneas, atento à questão da relação existente entre elites, democracia e corrupção. 

 Os movimentos da sociedade sempre foram um fator decisivo na história humana, sendo que, no back stage operam, atores, ideias e recursos que se organizam de diferentes formas para conseguir soluções coletivas aos problemas enfrentados. Nesse sentido, para entender a sua dinâmica, diferentes teóricas ocorreram, especialmente nos EUA e na Europa. Nos estudos europeus, o foco marchou para a formação da identidade coletiva, noutra vertente, foram os estudos norte-americanos, que explorou e apadrinhou as componentes ligadas à estratégia e à estrutura dos movimentos sociais.  

Segundo Broom e Selznick os movimentos sociais podem ser classificados em consonância com os seus objetivos e os seus elementos constituintes. Para Chazel, o movimento social atende à ideologia e ou organização.                                                 

Atualmente, a globalização e as redes sociais vieram contribuir para o surgimento de novas formas de organização, conferindo aos movimentos sociais mais dinamismo, que descentralizados são competentes para persuadir a formação dos atores intervenientes, e consequentemente, influenciar na formulação das estratégias.  Pelo exposto, as opções que sobram à elite da política governante, face aos movimentos sociais é impregnar-se nos mesmos e incorporar parte dos seus líderes, eliminar ou proibir os movimentos, conceder cedências aos movimentos sociais ou inclusive ignorar os próprios movimentos sociais. Estes últimos transformam o mundo, porque mudam as leis e modificam as estruturas sociais, revelando uma variedade de atores imprevistos; as classes, os partidos, as organizações, as elites, entre outros.            

Em suma, com a democratização a corrupção transformou-se em alguns casos, em regimes políticos cleptocráticos, que obstruem o normal funcionamento das instituições e possibilitam o surgimento de novas formas de autoritarismo.

Em bom rigor, é nos casos mediáticos como a “Operação Marquês”, com o envolvimento de um antigo primeiro-ministro Português, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, em casos de corrupção, são razões de enorme preocupação, não só pela forma como trás desconfiança às instituições públicas, bem como, o descredito às elites políticas. Nesse sentido, estes fenómenos têm sido amplamente analisados do ponto de vista Sociológico, uma vez que, estes acontecimentos têm um grande impacto na sociedade, transformando-a, nomeadamente, através da adoção de novas leis. Assim sendo, no âmbito desta temática é necessário perceber alguns conceitos essenciais, designadamente, movimentos sociais, movimentos coletivos, globalização, cidadania, democracia e ideologia, entre outros…   

 Em sentido restrito e atento a Nolan e Lenski, o movimento social é um grupo com ligações flexíveis, que pretende a mudança da sociedade. Por outro lado, o comportamento coletivo é de curta duração e está tacitamente ligado a motivos emocionais, que termina com a resolução da situação que o despoletou. Efetivamente, nos dias de hoje, devido à dinâmica criada pelas etapas de protesto, impulsionado pela globalização, surgem novas ideologias, resultado da reconfiguração da cidadania politica; mais interventiva, participativa e exigente, simultaneamente, resultado do paradigma dos movimentos sociais. Ao analisar a distinção entre comportamento coletivo e movimento social, é necessário especial atenção à acepção e dimensões que comporta, designadamente, espacial, temporal e amplitude social.                                                                   

Desse modo, em todas as sociedades, existe graus diferentes de legitimação do poder, motivações e incentivos para a participação política, conduzindo a conflitos e tensões duradouras, entre estas diferentes modalidades e incentivos, que se reconhecem mutuamente como ilegítimos ou corruptos.                                                                                

É por demais evidente, que uma das características fundamentais de um sistema social coeso é a legitimidade das suas instituições públicas. Consequentemente, é esta legitimidade que permite que as autoridades públicas executem os seus mandatos com autoridade e eficiência, e o mínimo de coerção. Sempre que esta legitimidade não exista, a autoridade só pode se exercida, pelo autoritarismo e violência, ou uso da corrupção, através da cooptação de aliados e eleitores, recentemente verifica-se uma combinação de ambos. Dessa forma os regimes autoritários beneficiam a corrupção, onde, os regimes corruptos, terão sempre uma tendência ao autoritarismo, procurando diminuir a liberdade de imprensa, a autonomia do judiciário, e o exercício livre das oposições. 

A corrupção prejudica a coesão social de varias formas, designadamente, a corrupção económica impossibilita a competição salutar por preços e qualidade de produtos e serviços entre empresas, inibindo o investimento de longo prazo, demarcando desta forma o crescimento da economia e a distribuição de benefícios para toda a sociedade. 

O fraco desenvolvimento económico, a ineficácia, ineficiência e desigualdade de receita prejudica diretamente a crença na legitimidade das instituições, e aumenta os conflitos sociais. Para além disso a corrupção económica, ao corromper todos os níveis do setor publico, obstrui o desenvolvimento e fortalecimento de uma administração pública profissional de qualidade. Esta ultima, desperta ainda a seleção negativa de dirigentes políticos.  Por outro lado, apesar de a corrupção política em determinados momentos elevar a participação e acesso de determinados setores aos benefícios do poder, também colabora para a desmoralização da instituições e a evolução do abismo progressivo entre as leis e os códigos funcionais da vida quotidiana. Em termos democráticos a corrupção económica dificulta o funcionamento da democracia. 

Grosso modo é nas sociedades pouco desenvolvidas economicamente, onde sobressai a corrupção económica e política, principalmente por causa das desigualdades e por não possuírem mercados transparentes, onde o funcionamento das leis e o comportamento das autoridades públicas é imprevisível, refletindo-se em instituições públicas de pouca legitimidade.                                                                                     

Uma outra visão contrária ao período de crescimento económico pós 2ª Grande Guerra, é garantido pelos acordos e pela pacificação das diferenças ideológicas. Atualmente, as sociedades afetadas pela crise global, parecem empurradas a realçar as diferenças ideológicas e adotar uma posição de luta antissistema. Resultado de uma reorganização da cidadania política e das vicissitudes dos partidos políticos, novas maneiras de mobilização coletivas surgem, fortalecendo-se como princípios ideológicos. Apesar do aumento da inatividade da sociedade em relação aos partidos políticos, a ideologia está presente na rotina quotidiana do cidadão, onde os governos se vão substituindo na cadeira do poder, consequência da pressão que a democracia representativa está sujeita. Aqui chegados importa esclarecer que o comportamento coletivo e movimento social têm de ser perspetivados quanto ao sentido e dimensões que contêm, componente, espacial, temporal e amplitude social, assim sendo, o comportamento coletivo define-se como um comportamento casual e extra institucional. Resumidamente, o comportamento coletivo constitui uma ação espontânea, informal, imprevisível, ditada pelas normas dos seus participantes sem suporte ou enquadramento ideológico ou doutrinal, baseando-se numa dimensão espacial, temporal sujeita às ações a que propõem-se dar contestação imediata, logo espacialmente podem assumir o formato de ocorrência local, nacional ou até internacional, podendo durar minutos, horas ou dias. Este ainda está implicitamente ligado a causas emocionais, daí o seu caracter efémero, uma vez que, termina com a resolução da situação.

O movimento social afirma-se como uma ação coletiva de um grupo organizado menos natural e mais aperfeiçoado, opondo-se à ordem institucional, onde o seu objetivo é atingir as mudanças sociais, através do confronto político. Em contraste ao comportamento coletivo, a dimensão espácio temporal caracteriza-se pela forte extensão de acontecimento e de longevidade, que leva à continuidade de atuação do movimento não se esgotando a sua atuação após a resolução de um problema, perante a variedade de preocupações que os unem.

Em suma o comportamento coletivo tem como características a incidência do local; a conduta dos envolvidos visa uma resposta imediata para o problema; surge como uma ação espontânea, de um grupo ligado intimamente por motivações, sendo de cariz efémero.

Relativamente ao Movimento Social, este assume-se como movimento, devidamente planeado, estruturado nas suas ações, tendo um líder a assumir a direção do movimento. Advoga uma atitude oposta à ordem institucional, o comportamento do movimento é organizado, propositado e intencional, na organização de manifestações de luta e protesto numa variedade de situações conexas à prestação de serviços públicos. È sobretudo um Movimento que não se esgota, numa ação ocasional, arrogando-se contra a ordem institucional funcionando como um grupo de pressão, mantendo-se ativo com grande capacidade de mobilização e durabilidade, devidamente estruturado junta várias comissões e associações dos serviços públicos.

Atento a Neil Smelser e relativamente aos comportamentos coletivos, são seis as condições necessárias para o seu aparecimento e respetiva reação pretendida da sociedade, ou seja, uma representação piramidal, que abrange em sentido ascende os subsequentes patamares; condições estruturais favoráveis; tensões estruturais; emergência e difusão de uma crença generalizada; fatores precipitantes; mobilização para a ação; ausência de controlo social. Trata-se assim de uma teoria que se situa no âmbito das teorias do comportamento coletivo, derivada do funcionalismo de Talcott Parsons, que acentua a relação entre a composição estrutural das sociedades e a origem dos movimentos sociais, denominada de teoria das tensões estruturais. É uma teoria que procura alcançar através da identificação das condições favoráveis, à ocorrência de um comportamento coletivo, a explicação e compreensão da constituição dos movimentos sociais na sociedade.                                              

Por outro lado, esta teoria assume proporções demasiado mecanicistas, sendo que os movimentos são vistos mais sob a perspectiva do produto de tensões sociais e agentes de perturbação e desordem, maioritariamente ligados a comportamentos irracionais. O comportamento coletivo é assim entendido como derivado, pois da falha de equilíbrios, despreza a importância dos valores individuais, dos média e da cooperação internacional nas formas de constituição e desempenho dos movimentos Sociais.   

 No que diz respeito aos protestos levados a cabo pela função pública em geral, as condições foram preenchidas, pela existência de situações favoráveis associadas à crescente recuperação do emprego e da economia em geral, que converge na criação de condições estruturais favoráveis e no desenvolvimento de algumas reivindicações sociais.                                  

  A crise económica europeia que se alastrou revelou a incapacidade das instituições, em dar resposta aos problemas propiciando o aumento das tensões sociais e em simultâneo, favoreceu a difusão de propostas alternativas às instituições. Por outro lado, a convergência de fatores determinantes na validação do protesto, uma confluência vertida em dois grandes blocos de reivindicações, melhores salários e Sistema Político anticorrupção. Da mobilidade dos intervenientes, é conseguida à custa de um engenhoso aproveitamento das redes sociais e das novas tecnologias, bem como, de um privilegiar de novas formas de marketing.                                                                                            

Por último no que diz respeito ao imperfeito controlo social, é de referir que, a imagem transmitida, pelos órgãos de comunicação social ou até através da internet sobre atuação desses movimentos pode fortalecer, criar simpatia pelo grupo, como também pode se revelar o oposto. A tolerância e permissão do nosso sistema institucional desempenha um papel fundamental.

 

BIBLIOGRAFIA:

 

- BESSA, António Marques – Elites e Movimentos Sociais – Lisboa: Universidade Aberta, 2002 _ ISBN:978-972-674-377-4;          

-STOCK, Maria José (coord.) - Velhos e Novos Atores Políticos: Partidos e Movimentos Sociais (Cap.9,10 e11) - Lisboa: Universidade Aberta, 2005 _ ISBN:972-674-455-5, (pp. 228-239; 240-257; 258-303);

-DOGAN, Mattei. «Méfiance et corruption: discrédit des élites politiques», Revue internationale de politique comparée, vol. 10, n.º 3, 2003, (pp. 415-432); (tradução nossa).                

domingo, 9 de maio de 2021

A intervenção social da internet em tempo de crise pandêmica

 


Num mundo cada vez mais global, a internet assume-se como a derradeira ferramenta que sustenta a continuidade do sistema educativo, permitindo o acesso à comunicação e informação por via dos diversos dispositivos tecnológicos, sendo que, hoje é tida como comum e devidamente embrenhada em nossas sociedades, especialmente nas mais desenvolvidas, integrando e unindo as pessoas à volta do globo.

 Neste contexto, importa perceber a sua afirmação nas nossas sociedades, como fator decisivo e indispensável na melhoria e desenrolar do nosso quotidiano. Efetivando tal raciocínio é essencial pensar em sentido inverso, ou seja, como teria sido; caso não houvesse a internet como fator de agregação em tempos difíceis como a atual pandemia do covid19.

Segundo Cunha; Sergi (2020), a propagação da internet permitiu novos processos que são recalculados a cada acontecimento novo de acesso ao conhecimento, os quais desencadeiam tendências que vão além dos usuários. A internet nas sociedades é de facto muito diversificada, atua no campo do ensino permitindo os internautas estudar varias áreas de conhecimento, conferindo um cariz altamente abrangente e completo, (GARCIA, 2010), como permite na área da saúde, (Frossard; Dias, 2016), que as pessoas doentes possam partilhar as suas próprias experiências, designadamente, com os seus familiares gerando informação desconhecida até então às pesquisas da causa e politicas publicas.

O poder de transformar da internet altera hábitos e relacionamentos, criando um ambiente de diversão e formação de identidades, reconhecida como um espaço novo de atividade humana, de caracter social, cultural e educacional, de interação com a sociedade (DIAS; CAVALCANTI, 2017).

Esta via de acesso à informação transformou as formas de comunicação relativamente a vários sectores, por exemplo, na identificação de eventos catastróficos no meio ambiente, no controlo dos recursos naturais, ou até na partilha de informação nas escolas e universidades entre professor e aluno, sendo que, à velocidade a que ocorrem as mudanças fica difícil prever o futuro.

No contemporâneo, relativamente à educação e saúde, é possível prever algumas conspeções, designadamente, melhor dinamismo, participação e colaboração; o uso de tecnologias mais rápidas e integradas; alteração do juízo de presença e de distanciamento; aumento das ofertas formativas; com o aumento da aproximação entre diferentes culturas, mediante o acesso às diferentes informações.

É por demais evidente a transformação estrutural iminente nos processos de ensino e de aprendizagem. De forma que as instituições de ensino rapidamente adaptaram-se incluindo as novas ferramentas e plataformas digitais no método de ensino, garantindo assim que a transmissão educativa não fosse interrompida, chegando até aos estudantes mais isolados.

Neste caso, o flagelo da pandemia funcionou como acelerador de reestruturação e consequente introdução das formas digitais nas metodologias de ensino.

Aqui chegados é importante perceber que este incremento de uso das novas tecnologias, por um lado despertou o caracter da sua eficácia; e por outro revelou a necessidade da modernização das instituições em cenários não pandêmicos.

O vírus modificou a perceção sobre o que era tido como mania do online, transformo-a em uma mentalidade de necessidade diária. Nesta perspetiva, existiu um despertar para problemas resultantes de um ensino não presencial, nomeadamente, sociais, devido à necessidade de subscrição de serviços; de acesso à internet e até aquisição de dispositivos.

Efetivamente, numa visão de acesso a todos à educação, obviamente os estudantes que vivem em meios rurais, sem acesso a um computador ou à internet, não podem ficar prejudicados, existindo a necessidade de encontrar uma forma de os incluir nesta nova realidade.

É neste sentido que surge a criação de políticas públicas de emergências para dirimir estas questões, uma vez que, as tecnologias digitais de informação e comunicação, pela via da internet, são nos dias de hoje a forma mais viável para a continuidade do processo de aprendizagem escolar.

Esta temática é de fato complexa; porque levanta questões em diversas áreas, designadamente, politicas, financeiras; questões antigas relacionadas à desigualdade estrutural, à pobreza e à exclusão social. A reflexão no presente artigo é importante, porque as tecnologias digitais de informação e comunicação, exercem um papel fundamental no que respeita à execução de práticas pedagógicas e educacionais, e também pelo alerta da necessidade de investimentos por parte do poder público que se revelam quase inexistentes. Este ultimo pode originar um atraso pedagógico onde as novas tecnologias não chegam, nesse sentido, o pensar sobre a sua complexidade e amplitude ajudará a compreender vantagens e desvantagens, encontrando-se entendimentos que nos vão conduzir a um futuro de maior aceitação a estas novas realidades.

Bibliografia:

Brazilian Journal of Development Braz. J. of Develop, Curitiba, v. 6, n. 10 , p.78866-78876, oct. 2020.

CUNHA, G. SERGI, M. J. A relação entre o indivíduo pós-moderno, o consumo e a internet das coisas.

SANTOS, F. M. F.; ALVES, A. L.; PORTO, C. M. Educação e tecnologias: Potencialidades e implicações contemporâneas na aprendizagem, (p. 44-61), 2018. SANTOS, B. S. A Cruel Pedagogia do Vírus. Editora Almedina. ISBN 978-972-40-8496-1, CDU 347, 2020. SILVA, M., 2003. UNESCO. Impact of Education. Disponível em: https://en.unesco.org/covid19/educationresponse. Acesso em: 09 mai. 2021.

domingo, 10 de janeiro de 2021

Tendências dos fluxos migratórios Portugueses









Os fluxos migratórios Portuguesas, concretamente, as tendências e desafios. Desde os primórdios do tempo, a humanidade tem assistido a constantes circulações demográficas, quer sejam, individuais ou em grupo, de varias naturalidades geográficas, impulsionadas por várias razões, principalmente, a motivação económica. Nesse sentido, surge, nomeadamente, as Teorias do Capital que procuram analisar o porquê de alguns indivíduos emigrarem.    

De fato Portugal é um país com forte migração, que se tornou, numa componente estrutural da sua própria sociedade. Ao longo do tempo acostumou-se a observar Portugal como um país de emigração, sendo esta, uma das características de reconhecimento a nível mundial. Todavia Portugal também se tornou num pais de imigração, alteração frequentemente associada ao processo de descolonização das ex-colónias de África e às alterações políticas ocorridas em Portugal em 1974, responsáveis pela restauração da democracia…

Finalmente, estes fluxos de migração, (emigração e ou imigração), portuguesa trazem consequências positivas, nomeadamente, o aumento de receita do PIB, devido ao envio de remessas dos emigrantes, mas também negativas, por exemplo, a emigração definitiva de jovens altamente qualificados em idade ativa, tendo consequências nefastas, nomeadamente, do ponto de vista da demografia portuguesa.



Em tempos difíceis e conturbados como os atuais devido às crises económicas globais, os Portugueses procuram oportunidades de trabalho fora do seu território. De fato Portugal antes de ser um país de imigração é um país de emigração, sendo esta, ainda hoje uma presença constante na sociedade portuguesa. Desde a segunda metade do século XX e devido ao contexto económico global, que os fenómenos migratórios tornam-se numa realidade complexa e de grande importância pelo impacto causado a nível mundial. Nesse sentido, foram necessários grandes esforços na criação de mecanismos de controlo internacional e de estudo sobre as causas e consequências destes fenómenos. O fluxo migratório português era já uma realidade no séc.XV, aquando do povoamento pelos portugueses das ilhas do Atlântico, observou-se à saída de colonos nativos portugueses do Algarve e da região de entre o douro e alto Minho. Posteriormente, nas décadas seguintes, os movimentos de emigração intensificaram-se e alastraram-se aos territórios descobertos da costa africana, do oceano Indico e do continente sul-americano. Neste último, concretamente, no Brasil o movimento migratório intensificou-se a partir de finais do séc. XVIII, de sobremaneira que em algumas regiões de Portugal, assistiu-se a um verdadeiro êxodo, (Arroteia, 1985:435), principalmente, pela contratação de novos emigrantes das regiões do norte e centro de Portugal. Estes últimos para corrigir a falta de mão-de-obra, movimento que se manteve durante e pelo séc. XIX, por altura da 1ªGrande Guerra e sobe a partir da 2ºGrande Guerra, sendo que, a partir desse período o movimento expande-se à Europa. Ainda na conjuntura da migração Portuguesa, no século XX, segundo o autor Baganha, (1994:960), identificam-se dois ciclos migratórios, o 1º transatlântico, com inicio em meados do século passado até aos anos 50; o 2º é intraeuropeu e foi dos anos 60 a finais dos anos 70. Este fluxo migratório de diversidade regional é registado, principalmente, pela motivação económica, escolhendo a França como pais predileto de destino.                                                              

Em novo contexto, marcado pela crise do petróleo, mudança de regime e entrada de Portugal na então CEE, a emigração portuguesa sofreu alterações, passando de uma migração de cariz permanente, (até 1985), para uma atual de carácter temporário. Todavia é também nesse mesmo início de século que se assiste a um aumento do número de saídas, visando novos destinos, Reino Unido e Espanha, também com o reforço migratório das correntes já existentes, por exemplo, Suíça e Luxemburgo. Por outro lado, note-se a grande mobilidade de livre circulação permitida pela U.E., que conceptualmente, se reveste numa logica temporal e não definitiva. A presente realidade demonstra, apoiada em estudos doutrinários, designadamente, do autor, Jorge Malheiros, que os portugueses continuam a preferir o espaço europeu para procurar emprego. No entanto, embora a Europa seja o espaço de destino por eleição não detém o domínio nesta matéria, assistindo-se a uma redefinição das rotas de destino, concretamente, Reino Unido e Espanha. Externamente ao espaço europeu, como países emergentes temos por exemplo a Angola. Se por um lado neste último se assiste ao recrutamento com base na necessidade de mão-de-obra com qualificações intermédias ou mesmo elevadas, nos primeiros, Reino Unido e Espanha, as qualificações variam entre uma percentagem relativamente elevada em profissões qualificadas e um valor ainda maior em atividades não qualificadas. Relativamente à dimensão espacial, as migrações Portuguesas aproveitam as conexões sociais já conhecidas, França, Suíça e Luxemburgo, muito embora uma nova dinâmica de globalização e mobilidade internacional posicione o alargamento dos destinos, por exemplo, a Espanha e Angola, pela proximidade e componente histórico-geográfico.

 Paralelamente ao alargamento desta dimensão espacial, verifica-se a alteração dos perfis dos emigrantes portugueses, com alterações ao nível das qualificações, o rejuvenescimento e diversificação do tipo de emigrante e o aumento da presença das mulheres face aos homens. Aqui chegados, importa ainda referir os modos de inclusão profissional, a associação da competência face a instrução, assim como, o não regresso dos jovens emigrantes altamente qualificados, cuja presença é cada vez maior no universo dos emigrantes. Do ponto de vista da dimensão temporal é por demais evidente uma evolução crescente da emigração temporária em relação à permanente, fator que revela a intenção dos emigrantes de permanecerem no estrangeiro por curtos períodos de tempo, (1ano). Do ponto de vista motivacional, os portugueses emigram na sua maioria, por instabilidade económica, (emigração económica). Sumariamente, a definição contemporânea do emigrante português, insere-se num registo de emigração temporária jovem, onde 55% dos jovens têm menos de 30 anos e são na sua maioria do sexo masculino, embora se verifique um aumento crescente do número de mulheres. Da perspetiva das habilitações, a inclusão profissional da maioria com baixos níveis de instrução ou médio baixos, são absorvidos em segmentos menos qualificados, embora o número de jovens com níveis de instrução médios e elevados tenham aumentado. Relativamente à variedade de perfis do emigrante, esta tem sido acompanhada pelas mudanças de destino; pelos denominados países emergentes, Angola, Brasil e China que se assumem como polos de emigração qualificada e técnica. Na perspetiva da politica de imigração recente dos refugiados, que buscam países da U.E., para se instalarem, Portugal revelou-se estar à altura dos desafios, conseguindo, (contrariamente a outros que inclusive fecharam fronteiras), acolher, cuidar e inseri-los na comunidade. Efetivamente, alguns são forçados a emigrar por necessidade, mas também não pode ser descurado o número daqueles que são levados pelas metas e objetivos, criando um problema demográfico, uma vez que, se as saídas forem massivas poderão impedir o crescimento económico do país. Atento a facilidade com que hoje se pode ser um emigrante, carece de medidas atrativas para colmatar a saídas, (abordagem de Böhning).

Na minha opinião, a abordagem deve ser feita em termos macro e num cariz de maior solidariedade capitalista, ou seja, deve haver um equilíbrio remuneratório aceite mundialmente, onde instituições como a União Europeia, as Nações Unidas; podem e devem contribuir para essa construção ideológica. Nesse sentido, esta temática da migração nacional e suas consequências, nomeadamente, Brain Drain e Guestworker carece de máxima atenção nas agendas políticas, uma vez que, está em causa o desenvolvimento do país e até a nossa identidade nacional. 

Resumindo é de extrema importância, analisar sempre a migração Portuguesa e suas consequências, do ponto de vista micro e macro, pois não só temos a responsabilidade do desenvolvimento nacional, e honrar os compromissos com a U.E; como também devemos preservar a nossa identidade nacional, quer isto dizer a nossa gente.

 Conclusão, fluxos migratórios Portugueses em análise, são de caráter temporário, privilegiam a Europa, com uma tendência de rejuvenescimento do seu universo e face á expansão do mercado de trabalho um reforço nas qualificações, assim sendo, Portugal atendendo à sua dimensão económica e características, assume-se com um duplo papel, de recetor e emissor de mão-de-obra, num contexto de integração europeia e de globalização.

Bibliografia

Monografias:

- Arroteia, Jorge (1985), "Aspetos recentes da emigração portuguesa", Revista Crítica de Ciências Sociais (15/16/17), (pp. 435-443).

(Ultima consulta 2017-12-17 ás 20h00). http://www.ces.uc.pt/rccs/includes/download.php?id=3451

 

- Baganha, Maria Ioannis, 1994, As correntes emigratórias portuguesas no século XX e o seu impacto na economia nacional, Análise Social, XXIX (128), (pp.959-980).

(Ultima consulta 2017-12-17 ás 20h00). http://www.observatorioemigracao.secomunidades.pt/np4/592

 

- Marques, José Carlos, 2001, A emigração portuguesa para a Europa: desenvolvimentos recentes, Revista Janus, 146-147 (Ultima consulta 2017-12-17 ás 20h00). http://www.observatorioemigracao.secomunidades.pt/np4/592

 

- Rocha-Trindade, Maria Beatriz (coord.), 1995- Sociologia das Migrações. 1ª Edição – 3ª impressão Lisboa: Universidade Aberta. Agosto 2008. ISBN 978-972-674-162-6

 

- Peixoto, João, 2004, As Teorias Explicativas das Migrações: teorias Micro e Macro-Sociológicas, Socious Working Papers, Nº11, Lisboa, UTL (Ultima consulta 2017-12-17 ás 20h00). https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/2037/1/wp200411.pdf

 

- Peixoto, João, 2001, Migrações e políticas migratórias na União Europeia: livre circulação e reconhecimento de diploma (Análise Social, vol. XXXVI (158-159), 2001, 153-183) (Ultima consulta 2017-12-17 ás 20h00). http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218726268N3vZK0ty5Mj52AE8.pdf


João Carriço

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Telemoveis_nova_realidade_de_negocio

 



Telefones celulares, você realmente quer estar disponível o tempo todo?



Você realmente deseja estar disponível para todos, 24 horas por dia, 7 dias por semana?  O que eu quero dizer?  Uma pessoa famosa disse uma vez que quanto mais disponível você se torna;  mais disponível todos esperam que você esteja.  As pessoas ficarão realmente incomodadas se você não estiver instantânea e constantemente disponível, em vez de ficar satisfeito quando ligar.  Pessoas que esperam que você esteja disponível o tempo todo podem ser irritantes.  Chamadas de telefone celular seguem você em qualquer lugar, incluindo seu banheiro.  Mesmo durante a noite, quando você quer descansar, os telefones celulares continuam a tocar e incomodar.  Se for importante, não há problema, mas se for muito servil, por que você precisa ser incomodado tão tarde.


Hoje, nesta sociedade moderna, em que vivemos e com a proliferação de telefones celulares, vemos pessoas falando em qualquer lugar e em todos os lugares.  Se usado para negócios, pode ser muito eficaz e valioso.  No entanto, para questões muito servis, ser incomodado durante o sono e mesmo durante a hora do banheiro pode ser muito chato, se não totalmente nojento.  No entanto, se você se torna disponível o tempo todo, cria seu próprio pesadelo.


A etiqueta do telefone celular está se tornando um conceito esquecido.  Você verá pessoas falando alto ao telefone e atrapalhando as pessoas próximas em restaurantes e até mesmo em escritórios.  Tenho certeza de que, uma ou duas vezes em uma reunião, você notará que, quando um telefone celular toca, quase todos ao redor procuram imediatamente seus celulares.  Se você fosse quem estivesse falando e a pessoa à sua frente falasse no telefone, como você se sentiria?  Tenho certeza de que você se sentirá menosprezado e ignorado.  Prática rude e deve ser alterada.


Pode ajudar as pessoas que usam telefones celulares a seguir um certo grau de etiqueta com relação ao uso de telefones celulares, especialmente em lugares onde você pode parecer rude se usar ou mesmo quando o telefone tocar.


Quando você está em um local de culto, pode ser necessário deixar seu celular em casa ou pelo menos desligá-lo se você não quiser se afastar dele.  Isso ocorre porque o toque do telefone celular não irá apenas perturbá-lo enquanto você ora, mas também perturbará os outros.  Você não precisa exibir seu gadget caro em um local de culto.


Durante as reuniões, desligue o celular;  é rude ter o telefone tocando enquanto alguém fala.  A interrupção pode causar problemas, especialmente quando a reunião aborda questões extremamente importantes.  No entanto, se você estiver esperando uma chamada extremamente importante, pode usar o modo vibrar do seu telefone celular para alertá-lo quando uma chamada estiver chegando e sair da reunião se precisar atendê-la.  Você também pode informar ao possível chamador que você está em uma reunião e que não pode ser interrompido.


Ao viajar e se estiver a bordo de uma aeronave, será necessário desligar o telefone.  Isso ocorre porque os dispositivos eletrônicos podem interferir na aviônica da aeronave.  Portanto, é obrigatório desligar o telefone por motivos de segurança.  Porém, para voos extremamente longos, as companhias aéreas permitem o uso do celular em um determinado horário, se você realmente precisa fazer uma ligação, use esse tempo alocado se necessário.


O telefone celular tornou-se uma necessidade hoje em dia, é por isso que a maioria das pessoas o usa e os fabricantes de telefones celulares têm desenvolvido continuamente diferentes usos e funções para este aparelho tão pequeno.  Seja globalmente competitivo, mas você deve entender que ser rude não faz parte da modernidade.  Siga certo grau de etiqueta;  isso será muito útil para você e sua empresa.



Fique em vantagem na sua empresa veja 



Ter mais um gato!

 

Os gatos



Ter mais do que um gato!


Quando você decide adicionar um novo gato à sua casa, normalmente é mais emocionante para você e sua família do que para o gato que você já possui.  Embora a maioria dos gatos seja solitária por natureza, a maioria também aceitará ou, eventualmente, tolerará qualquer adição.  Os gatos podem ser muito territoriais, por isso você deve sempre ter cuidado ao apresentar um novo gato ao seu gato atual.


Se você estiver apresentando gatinhos uns aos outros, todo o processo de apresentação pode ser curto, durando apenas 10-15 dias.  Apresentar gatos uns aos outros depende de seu temperamento e personalidade.  Quando você apresenta um novo gato para o seu gato atual, você deve sempre se certificar de dar a ele muito amor e atenção.  Assim, seu gato se sentirá seguro e saberá que não está competindo com seu novo gato por afeto.


Ao trazer seu novo gato para casa, você deve deixá-lo ficar em um quarto seguro até terminar de apresentá-lo.  Seu quarto seguro pode ser qualquer cômodo pequeno da casa, como um banheiro ou um quarto extra.  A chave aqui é usar um cômodo em que o seu gato atual não entre. No cômodo, você deve deixar para o seu novo gato um poste, cama, prato de água, caixa de areia e prato de comida.


No início, seu gato atual pode uivar e sibilar quando está na porta, tentando dizer ao outro gato que ele não pertence.  Quando isso acontecer, você deve ignorá-lo, pois punir seu gato por seu comportamento só causará mais problemas.  Depois de um tempo, o primeiro gato começará a agir calmo quando estiver perto da porta do novo gato.  Quando ele começar a agir calmo, você deve acariciá-lo e elogiá-lo.


Quando seu primeiro gato começa a passar pela porta de seu novo gato e não uiva ou assobia;  você pode começar a apresentá-los um ao outro.  A melhor maneira de fazer isso é acostumando-os com o cheiro um do outro.  Você pode começar a deixá-los comer do mesmo prato, embora queira alimentá-los em intervalos diferentes no início.  Desta forma, o cheiro de cada gato estará presente no prato de comida, e cada gato receberá o cheiro quando comer sua comida.


Assim que os dois gatos se acostumarem com o cheiro, você pode começar a alimentá-los mais próximos.  Para fazer isso, você deve manter seu novo gato na sala segura com a porta fechada, e seu primeiro gato do outro lado da porta com seu prato de comida.  Desta vez, alimente os dois gatos ao mesmo tempo.  Depois de fazer isso algumas vezes, eles devem começar a comer sem chiar ou rosnar.  Nesse ponto, eles estão prontos para serem apresentados um ao outro.


Quando você os apresenta na mesma sala, alguns rosnados e assobios são esperados.  Embora possam ser usados ​​com o perfume um do outro;  seu primeiro gato ainda se sentirá um pouco estranho com seu novo gato em seu território.  Você deve brincar com os dois no início, para que possam cheirar um ao outro e se cumprimentar à sua maneira.  Se eles começarem a brigar, você deve separá-los e dar-lhes algum tempo separados.


Pode levar algum tempo para que eles se acostumem totalmente um com o outro, embora, quando o fizerem, se tornarão companheiros para o resto da vida.  Os gatos adoram ser sociais, embora possa ser um pouco difícil no início, especialmente para o seu primeiro gato.  Os gatos podem ser muito territoriais, especialmente se você tiver um gatinho por perto.  Se você acostumar os dois desde o início, será muito mais fácil adicionar futuros gatos à sua casa.



Para treinar o seu gato veja o seguinte livro


quarta-feira, 21 de outubro de 2020

RECEITAS

 




Bolinho de arroz


- 1kg de arroz de ontem
- 2 ovos (ou mais dependendo do arroz)
- 20 folhas de manjericão picadas
- 1/2 xícara (chá) de salsinha picada
- 200g de queijo parmesão
- 4 colheres (sopa) de molho de tomate (de lata) 
- Noz moscada a gosto
- Pimenta do reino a gosto
- Sal a gosto
- 150g de mussarela cortada em tiras
- Óleo para fritura

Para empanar

- Farinha de trigo para empanar
- 3 ovos batidos
- Farinha de rosca para empanar 

Na sobra do arroz ou mesmo do risoto do dia anterior, junte os ovos, o manjericão, a salsinha, o queijo parmesão, o molho de tomate, a noz moscada, a pimenta do reino e acerte o sal. Faça pequenos bolinhos e com o dedo fure-os colocando pedaços de mussarela. Feche bem o bolinho para cobrir bem o queijo. Passe os bolinhos pela farinha de trigo, pelos ovos batidos e farinha de rosca. Frite em óleo bem quente. Não deixe muito tempo, para que o queijo possa derreter e não queimar os bolinhos. 

Rendimento: aproximadamente 30 bolinhos 


BOLINHO DE QUEIJO

Ingredientes Modo de Preparo
12 colheres (sopa) creme de arroz
12 colheres (sopa) queijo parmesão
ralado
3 colheres (sopa) manteiga
12 colheres (sopa) açúcar
4 colheres (sopa) farinha de trigo
3 ovos inteiros
1 colher (sopa) fermento em pó
2 xícaras (chá) leite
manteiga para untar as forminhas
açúcar e canela para polvilhar os bolinhos Misture muito bem todos os ingredientes e despeje em forminhas médias untadas com manteiga.
Leve ao forno médio para assar, retire, desenforme e passe, ainda quentes, no açúcar e canela.
Coloque em forminhas de papel e arrume em uma bandeja enfeitada.
Clique no ícone para nova escolha

Bolinho de Queijo

1/2kg de queijo muzzarela ralado
1 ovo
1 gema
3 colheres de trigo
Misturar tudo, fazer as bolinhas e fritar


Bolinhos de Aipim

Tome 1/2 kg de aipim bem cozido, passe pelo passador*. Junte 250 g de batatas cozidas e também passadas, 1 colher, de chá, de manteiga, sal e 3 gemas. Misture tudo e, por último, acrescente 3 claras em neve. Esquente bastante banha** em uma frigideira e vá jogando, às colheradas. Deixe corar, escorra a gordura e arrume em um taboleiro forrado de papel pardo. Devem crescer como sonhos.

Notas da editora:
* passador = peneira. Você pode amassar o aipim e as batatas cozidas em um espremedor de batatas ou no processador de alimentos.
** banha - substitua por óleo.

 

 

Bolinhos de Arroz

Ingredientes:
Arroz (já pronto); 2 ovos; 1 colher, das de chá, de manteiga ou margarina; 2 colheres, das de sopa, de queijo parmesão ralado; Salsa; Um pouco de leite; Folhas de alface.
Modo de Preparo:

Bata no liquidificador duas xícaras de arroz já pronto (os bolinhos de arroz, são feitos com arroz que sobrou). Junte-lhes dois ovos, uma colherinha, das de chá, de manteiga ou margarina, duas colheres (sopa) de queijo parmesão ralado, salsa picadinha e um pouco de leite (para que a massa não fique dura) e bata tudo muito bem. Frite às colheradas, em óleo bem quente. Sirva sobre folhas de alface.


Bolinhos de bacalhau

- 400 g. de batata
- 500 g. de bacalhau
- 1 cebola média picada
- 2 colheres de sopa de salsa picada
- 2 dentes de alhos picados
- ½ cálice de vinho do porto
- Sal, pimenta do reino moída e noz moscada a gosto
- 4 ovos inteiros
- Óleo para fritar

Cozinhe as batatas com casca, descasque e passe pelo espremedor de batatas. Cozinhe o bacalhau, retire a pele e as espinhas e esfregue-o muito bem em um pano limpo e grosso até ficar bem desfiado.

Numa tigela junte a batata espremida, o bacalhau, a cebola, salsa, o alho, o vinho, sal a pimenta e a noz moscada. Acrescente os ovos um a um misturando muito bem a massa até tomar uma consistência homogênea. Moldar os bolinhos com a ajuda de duas colheres de sopa e fritar em óleo bem quente.


TORTA FRIA  DE ATUM

Ingredientes:

1 pão para torta fria (ou 1 pão de sanduíche)
6 colheres, de sopa, de maionese
2 latas de atum ralado
1 colher, de chá, de catchup
1 colher, de chá, de mostarda
1 colher, de sopa, de cebola ralada
1 xícara de ameixas sem caroço
2 colheres, de sopa, de açúcar
1/2 xícara de água
1/2 xícara de queijo parmesão ralado
2 colheres, de sopa, de cebolinha picada
2 colheres, de sopa, de pimenta vermelha em grãos
1 xícara de leite
Preparo:

Misturar as ameixas com o açúcar e água. Levar ao microondas na temperatura ALTA (100%) por 5 minutos. Mexer bem, desmanchando um pouco as ameixas. Reservar e deixar esfriar um pouco.

Misturar o atum, 3 colheres, de sopa, de maionese, catchup, mostarda e cebola.

Cortar a casca do pão e retirar. Montar a torta em camadas de pão molhado no leite e atum, sendo a camada do meio a de ameixa. Cobrir a torta com 3 colheres, de sopa, de maionese. Decorar com queijo ralado, cebolinhas e pimentas vermelhas em grãos


BOLINHAS DE QUEIJO

Ingredientes:

2 claras de ovo
3/4 de xícara (100g) de queijo tipo emmental, ralado
1/2 xícara (50g) de queijo parmesão, ralado
sal e pimenta preta
1/4 colher, de chá, de noz moscada, ralada
óleo para fritar em uma frigideira funda (5 cm) ou em fritadeira elétrica
(você pode substituir o emmental por suíço ou gruyere)

Preparo:

Bata as claras em neve. Misture (com colher) delicadamente os queijos ralados, sal e pimenta, noz moscada.

Com a mão, misture até que a massa fique uniforme. Coloque uma colher, de chá, da massa em sua mão e enrole formando uma bolinha. Continue modelando a massa até obter cerca de 20 bolinhas.

Aqueça o óleo na frigideira ou fritadeira elétrica. Para testar a temperatura do óleo, coloque um pequeno pedaço de pão. Quando ele flutuar, borbulhando, o óleo está na temperatura adequada.

Frite 5 a 6 bolinhas de cada vez, por 5 minutos, virando com a escumadeira, até que fiquem douradas.

Escorra em papel-toalha. Sirva quente, como aperitivo ou lanche.

BOLINHO CAIPIRA

Ingredientes:

1/2 kg de farinha de milho branca
300 g de linguiça de porco
1 maço de cheiro verde, salsinha e cebolinha
sal
água morna até dar o ponto de enrolar.
Preparo:

Tire a pele e a gordura da linguiça e desfie bem. Misture tudo, enrole e frite em óleo bem quente.


BOLINHOS DE CARNE À GREGA

Ingredientes:
750 g de carne moída
1 xícara de arroz cozido
1 colher, de sopa, de cebola picada
2 colheres, de sopa, de salsa picada
1/2 colher, de sopa, de endro (aneto)
1 ovo
farinha de trigo
2 xícaras de suco de tomate
4 xícaras de água
2 colheres, de sopa, de manteiga
Preparo:

Misture a carne moída com o arroz, cebola, salsa, endro e o ovo. Forme bolinhos, passe-os na farinha de trigo.

Numa frigideira grande, em fogo alto, ferva o suco de tomate misturado com a água. Baixe bem o fogo, deixe cozinhar e junte a manteiga. Com cuidado, coloque os bolinhos de carne, tampe a frigideira e deixe cozinhar, em fogo baixo, por 45 minutos.

BOLINHOS DE LINGÜIÇA E ESPINAFRE

Ingredientes:

1 kg de lingüiça
1 cebola grande, picada
1 bouquet de espinafre
sal e pimenta-do-reino
250 g de ricota
2 ovos
1/8 de colher, de chá, de noz-moscada ralada
1 colheres, de sopa, de óleo de oliva
1 xícara de vinho branco
Preparo:

Corte a pele da lingüiça e retire-a. Moa a carne de dentro da lingüiça e misture com todos os outros ingredientes menos o vinho e óleo. Enrole os bolinhos de carne e doure de ambos os lados no óleo de oliva. Junte o vinho branco, tampe a frigideira e deixe cozinhar em fogo baixo por 20 minutos. Se a frigideira ficar muito seca, acrescente um pouco mais de vinho.

BOLO DE BATATAS NO FORNO

12 batatas
1 colher de margarina
1 ovo inteiro
2 colheres de queijo parmesão
Pimenta, salsa e cebolinha à gosto
MODO DE FAZER : Passara as batatas no espremedor, juntar os demais ingredientes, amassar bem, colocar um pouco de farinha para dar ponto. Coloque a massa num pirex, risque por cima com um garfo para enfeitar. Passe gema e leve para assar.

BOLO DE QUEIJO

Ingredientes:

250 g de manteiga
2 xícaras de açúcar
5 ovos
1 lata de creme de leite com soro
50 g de queijo ralado (se quiser pode pôr mais)
2 xícaras de farinha de trigo
Preparo:

Bater o açúcar com a manteiga, até ficar um creme bem fofo, aproximadamente uns 8 ou 10 minutos, depois colocar as gemas uma a uma batendo devagar. Misturar o resto dos ingredientes alternando com o creme de leite. Colocar em uma forma untada e enfarinhada em forno pré-aquecido.


Coxinha

Ingredientes: massa

1 envelope de creme de galinha
1/2 litro de leite
2 gemas batidas
1/2 xícara de maizena
1/2 xícara de farinha de trigo

Ingredientes: recheio

1 peito de galinha (400 g)
2 colheres de sopa de óleo
1 cebola grande picada
1 dente de alho picado
2 colheres de chá de sal
2 colheres de sopa de salsa picada
pimenta a gosto
Ingredientes: empanado
2 claras, batidas
1 xícara de farinha de rosca

Massa: Leve ao fogo o conteúdo do envelope do creme de galinha, misturado com o leite. Mexe sempre, até ferver. Retire do fogo, junte as gemas, a maizena e a farinha. Leve novamente ao fogo e mexa até que a massa se desprenda da panela. Espere esfriar.

Recheio: Doure o peito de galinha no óleo, retire e desfie bem. Volte ao fogo, junte a cebola, o alho e o sal, deixando fritar mais um pouco. Acrescente a salsa e a pimenta. Molde coxinhas deixando um furo no meio e recheie com a galinha desfiada. Passe pelas claras e pela farinha de rosca. Frite aos poucos, em óleo quente. Escorra em papel absorvente e espete num palito.


Coxinhas de Bacalhau com Requeijão

MASSA DE BACALHAU:
- 1 colher (sopa) de azeite de dendê
- 100g de manteiga sem sal
- 2 dentes de alho socados
- 1 cebola média ralada ou picada
- 1 colher (sopa) de pimentão vermelho picado
- 4 colheres (sopa) de molho de tomate pronto
- 1 folha de louro
- 400g de bacalhau demolhado e refogado em tempero a gosto
- 1/3 de xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
- 400ml de água filtrada
- 200ml de leite frio
- Sal
- Molho de pimenta e temperos a gosto
- 350g de farinha de trigo
- 1/3 xícara (chá) de salsinha verde picada

RECHEIO:
- 400g de requeijão cremoso ou 200g de requeijão cremoso misturado com 250g de bacalhau demolhado e refogado a gosto

PARA EMPANAR:
- 1 ovo ligeiramente batido
- 400g de farinha de rosca

Coloque numa panela o azeite de dendê e parte da manteiga (aproximadamente 40g), dourando o alho e a cebola.
Em seguida, junte os tomates, o pimentão, a folha de louro, o bacalhau, as azeitonas e refogue por alguns minutos.
Junte o restante da manteiga, a água, o leite, prove os temperos e deixe em fogo alto até levantar fervura.
Abaixe o fogo e junte de uma só vez, a farinha de trigo, mexendo rapidamente até obter uma massa que solte da panela.
Desligue o fogo e acrescente a salsinha picada. Espalhe a massa sobre a bancada e deixe amornar.
Quando estiver morna, trabalhe a massa para evitar a formação de crosta na superfície e enrole as coxinhas ou croquetes. Passe pelo ovo batido e pela farinha de rosca, fritando-as em óleo quente.


Croquetes de camarão e azeitonas pretas

Básico
- ½ xícara (chá) de azeite ou óleo de milho
- 3 dentes de alho socados
- 1 cebola grande picadinha
- 1 colher (sopa) de azeite de dendê
- 500g de camarões limpos, temperados e cozidos rapidamente na manteiga e triturados grosseiramente
- 1 xícara (chá) de molho de tomates
- 1½ xícara (chá) de leite
- 1½ xícara (chá) do caldo do cozimento dos camarões
- 2 tabletes de caldo de camarão
- ½ xícara (chá) de batatas cozidas, espremidas e ainda quentes
- 1 folha de louro
- Sal, molho de pimenta e temperos a gosto
- 1 colher (sobremesa) de tempero desidratado
- 2 xícaras (chá) cheias de farinha de trigo
- ¾ xícara (chá) de azeitonas pretas picadas
- ½ xícara (chá) de salsinha verde picadinha

Empanar
- 1 ovo ligeiramente batido
- 2 xícaras (chá) de farinha de rosca (opcional: macarrão cabelo de anjo ou corn flakes)
- Óleo para fritar

Refogue numa panela grande, o azeite ou óleo de milho, o azeite de dendê, o alho, a cebola e reserve. Em seguida, acrescente os camarões, o molho de tomates, o leite, o caldo de camarão, os tabletes e as batatas cozidas, tempere a gosto. Assim que iniciar fervura, junte a farinha de trigo de uma só vez e mexa vigorosamente até formar uma massa que solte da panela.
Desligue o fogo, e acrescente as azeitonas pretas e a salsinha. Espalhe a massa sobre a bancada e deixe amornar. Trabalhe a massa e modele os croquetes passando-os pelo ovo batido e farinha de rosca ou macarrão cabelo de anjo (aletria) ou, ainda, em corn flakes. Frite em óleo quente.
Obs.: Caso o líquido do cozimento do camarão seja insuficiente, acrescente água até obter a medida indicada.

Empadão de Bacalhau

INGREDIENTES:
600g de Bacalhau Desfiado Dessalgado
( ou 500g de Bacalhau Desfiado Salgado e Seco )
1 embalagem de massa folhada congelada
Miolo de pão
200g de margarina
2 cebolas
4 colheres (chá) de farinha
4 xíc. de leite
4 ovos
Sal
Pimenta

MODO DE PREPARAR:
( Se o bacalhau é salgado e seco, deve antes ser dessalgado conforme as instruções. )
Levar a cebola picada com a margarina ao fogo, deixando dourar. Juntar o bacalhau e o miolo de pão esfarelado, temperando com sal e pimenta. Desfazer a farinha no leite e juntar os ovos já batidos. Envolver tudo no bacalhau e levar outra vez ao fogo até a farinha cozinhar.
Forrar um tabuleiro untado com a massa estendida e preencher com o recheio. Tapa-se com outra camada de massa. Pincelar a superfície com gema de ovo e levar ao forno para cozinhar. Acompanhar com uma salada ou vegetais cozidos.


Empadão de Camarão

Ingredientes:
Da Massa:
2 gemas; 2 colheres, das de sopa, de óleo; 1 colher, das de sopa, de manteiga ou margarina; 120 gr de farinha de trigo; Sal.
Do Recheio:
750 gr de camarões frescos; 2 colheres, das de sopa, de suco de limão; 4 colheres, das de sopa, de óleo; 2 colheres, das de sopa, de manteiga ou margarina; 1 cebola ralada; 1/2 xícara de molho de tomate; 1 lata de ervilhas; 1/4 de xícara de azeitonas picadas; 4 colheres, das de sopa, de salsa picada; 3 colheres, das de sopa, de farinha de trigo; 1 xícara de leite; 2 ovos batidos; 2 colheres, das de sopa, de queijo parmesão ou queijo de minas ralado; Sal; Pimenta-do-reino a gosto.
Modo de Preparo:
Da Massa:
Misture as gemas com a manteiga ou margarina, o óleo e sal (a gosto). Junte a farinha de trigo e mexa bem. A massa deve ficar firme e não aderir às mãos. Cubra com o pano e deixe-a descansar durante 1 hora. Estenda a massa bem fina e forre uma fôrma de aproximadamente 25 cm de diâmetro. Reserve metade da massa para cobrir o empadão.
Do Recheio:
Descasque, limpe e lave os camarões. Regue-os com suco de limão e tempere-os com sal e pimenta. Aqueça o óleo e a manteiga ou margarina e frite a cebola. Junte os camarões e a seguir o molho de tomates. Tampe a cozinhe em fogo lento. Acrescente água, em quantidade suficiente para formar um pouco de molho. Quando tudo estiver cozido, adicione as ervilhas (escorridas), as azeitonas picadas, a salsa e cozinhe durante mais 5 minutos. Verifique o tempero. Misture a farinha de trigo e o leite, e adicione à panela. Quando a mistura tiver a consistência de creme, retire do fogo.
Recheie a massa (já preparada da fôrma) e adicione os ovos batidos e o queijo bem misturados. Cubra o pastelão com a massa que ficou reservada, enfeite e pincele com gema. Asse em fogo moderado durante 30 ou 35 minutos.


EMPADÃO

2 gemas
1 pitada de sal
1 xícara de leite
1 colher de margarina
3 colheres de banha hidrogenada
1 colher de fermento royal
Farinha até dar ponto
Recheio à gosto
MODO DE FAZER: amasse todos os ingredientes . Divida a massa em 3 partes, uma para o fundo da forma outra para as laterais e a última para cobrir. Recheie e asse.

Enroladinho de salsicha

- 700 g de farinha de trigo (aproximadamente)
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 1 colher (chá) de sal
- 2 ovos (dependo do tamanho do ovo)
- 1 xícara (chá) de óleo
- 1 xícara (chá) de cerveja
- ½ kg de salsicha normal (não a de cachorro quente) ligeiramente aferventadas

Peneire os ingredientes: a farinha, o açúcar, o fermento e o sal. Abra uma cavidade na mistura e coloque os ovos, o óleo e a cerveja. Misture até dar ponto de abrir a massa com o rolo. Deixe a massa descansar por ½ hora. Abra a massa com o rolo e corte em tiras largas. Enrole em pedaços de salsicha (se quiser, use as salsichas inteiras, tirando somente as pontas) e frite em óleo quente.
Rendimento: 30 enroladinhos


Esfiha síria

Massa

- 30g de fermento fresco para pão
- 1½ copo (tipo americano) de água morna (250ml)
- 1 copo (tipo americano) de óleo de milho (250ml)
- 1 colher (sopa) de açúcar refinado
- 1 colher (sopa) de sal
- 700g de farinha de trigo (aproximadamente)

Recheio de carne

- 500g de carne moída (patinho)
- 1 cebola grande picada
- 2 tomates grandes sem sementes e com a pele picados
- Suco de 1 limão grande coado
- Pimenta síria a gosto
- Sal a gosto
- Cheiro verde a gosto (opcional)
- 100g de pinoles (snobar)

Recheio de escarola

- 1 maço grande de escarola lavada e cortada em tirinhas
- 1 cebola grande picada
- 2 dentes de alho socados
- 2 tomates grandes sem sementes e com a pele picadinhos
- Suco de 1 limão grande
- Pimenta síria a gosto
- Sal a gosto

Recheio de queijo

- 400g de ricota passada pela peneira
- 250g de requeijão cremoso
- ½ xícara (chá) de coalhada seca ou creme de leite sem soro
- 1 colher (chá) de pimenta síria
- 1 colher (sobremesa) de zaatar
- Sal a gosto

Obs.: Se não encontrar a pimenta síria e o zaatar prontos, você pode fazer em casa

Pimenta síria

- 1 colher (sopa) de canela em pó
- 1 colher (sopa) pimenta preta em pó ou pimenta do reino em pó
- 1 colher (sopa) de cominho
- 1 colher (café) de páprica picante
- 1 colher (sopa) de cravo em pó
- 1 colher (sopa) de hortelã seca

Zaatar (caseiro)

- 1 colher (café) de gergelim em pó
- 1 colher (café) de hortelã seca em pó
- 1 colher (café) de tomilho em pó
- 10 gotas de suco de limão

Massa
Numa tigela grande, dissolva o fermento com o açúcar, junte a água, o óleo, o sal e por último a farinha de trigo. Sove até formar uma massa macia e que grude ligeiramente nos dedos. Imediatamente, separe a massa em 50 bolinhas, boleie e modele as esfihas. Leve ao forno a 180ºC em assadeira sem untar e asse até que estejam ligeiramente coradas.

Recheio de carne
Numa vasilha, misture com as mãos a carne, a cebola, os tomates, o suco de limão, a pimenta, o sal, cheiro verde e os pinoles e deixe reservado por 30 minutos. Em seguida, coloque numa peneira e deixe por 2 horas (para que saia todo o excesso de líquido) ou esprema sobre a peneira o excesso de líquido. Utilize em seguida.

Recheio de escarola
Numa vasilha misture a escarola, a cebola, o alho, os tomates, o suco do limão, a pimenta síria e o sal, aguarde 40 minutos. Para que a verdura murche e solte o excesso de líquido. Esprema sobre uma peneira e utilize.

Recheio de queijo
Numa vasilha misture todos os ingredientes muito bem e recheie as esfihas.
Pimenta síria
Misture todos os ingredientes. Coloque em um vidro e tape bem. Armazene em lugar seco.
Zaatar (caseiro)
Numa vasilha, misture todos os ingredientes e empregue no recheio de queijo.

Espetinho de Frango

Ingredientes
2 peitos de frango médios
250 g de couve-flor (só as flores)
2 cebolas médias em gomos
Marinada
1 xícara (chá) de cebola picada
2 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de gengibre ralado
3 colheres (sopa) de suco de limão
1 colher (chá) de cominho
1 colher (chá) de cardamomo amassado
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de colorau
1/2 xícara (chá) de iogurte
sal a gosto

1. Retire a pele e o excesso de gordura dos peitos de frango, lave e enxugue-os com papel toalha. Pique o peito em 24 cubos de mais ou menos 5 cm. Reserve.

2. Marinada: coloque em uma tigela a cebola, o alho, o gengibre, o suco de limão, o cominho, o cardamomo, a canela, o colorau, o iogurte e o sal. Misture com uma colher até ficar homogêneo. Coloque o frango na marinada, mexa para envolvê-lo no tempero e deixe por 4 horas.

3. Cozinhe a couve-flor em uma panela com água e sal por 4 minutos, contados a partir da fervura. Retire, escorra e passe por água fria para interromper o cozimento. Reserve. Ligue o forno à temperatura média.

4. Monte 6 espetinhos, colocando de forma alternada 1 pedaço de frango, 1 gomo de cebola e 1 pedaço de couve-flor. Disponha os espetinhos em uma assadeira e regue com a marinada. Leve ao forno por 50 minutos, ou até a carne dourar. Durante o cozimento, regue os espetinhos de vez em quando com a marinada. Retire do forno e sirva com arroz e creme de milho ou purê.

Dica
A carne da coxa do frango é ótima para fazer espetinho, já que são mais firmes, saborosas e ficam mais úmidas quando levadas ao forno. Corte a carne em pedaços pequenos e deixe marinar dentro da geladeira (por 1 a 2 horas). Em seguida, distribua a carne nos espetinhos e leve para assar. Durante o cozimento, regue com a marinada.

ESFIHAS

Ingredientes:

1 envelope de fermento biológico instantâneo
2 colheres, de sopa, de açúcar
1 colher, de sopa, de sal
2 colheres, de sopa, de óleo
2 colheres, de sopa, de margarina
1 xícara de leite à temperatura ambiente
4 xícaras de farinha de trigo
500 g de carne moída
1 cebola, picada
2 dentes de alho, picados
1 tomate, sem sementes, picado
1 colher, de chá, de orégano
2 colheres, de chá, de cominho
suco de 1 limão

Preparo:

Misturar a carne moída, cebola, alho, tomate, orégano, cominho, limão e sal. Reservar.
Misturar o fermento com o leite e açúcar. Acrescentar o óleo, sal, farinha, margarina. Misturar bem. Transferir para uma mesa enfarinhada, amassar com as mãos até obter uma massa homogênea. Modelar a massa em bolinhas, do tamanho de nozes.

Para crescer a massa:
Polvilhar com farinha uma forma refratária grande (pode ser a forma do microondas). Colocar as bolinhas de massa. Levar ao microondas na temperatura MÍNIMA (10%) por 2 1/2 minutos. Desligar o microondas e deixar descansar por 10 minutos. Ligar novamente o microondas, em temperatura MÍNIMA (10%) por mais 2 1/2 minutos.
Amassar cada bolinha de massa em formato de círculo. Rechear com a mistura de carne. Fechar a massa, formando 3 pontas.
Colocar em uma assadeira untada. Levar ao forno alto, por 30 minutos.
Servir com mais suco de limão e molho de pimenta.

 

Pastel e Quibe

Massa do Pastel

- 1 kg. de farinha de trigo
- 75 g. de banha
- 2 ovos
- 2 colheres de sopa de pinga
- 300 ml. de água
- 2 colheres de sopa de sal

Recheio de Pizza
- 2 fatias de mussarela, tomate picado, orégano a gosto

Recheio de queijo
- 2 fatias de queijo fresco

Recheio de bauru
- 1 fatia de presunto, 1 fatia de mussarela, 2 rodelas de tomate

Recheio de banana
- 1 banana picada, canela a gosto, 1 colher de sopa de açúcar

Recheio de Romeu e Julieta
- 1 fatia de queijo fresco, 1 fatia de goiabada

Massa Básica para Quibe
- 500 g. de carne patinho moída duas vezes
- 500 g. trigo fino (seco)
- 1 colher de chá de sal
- 1 cebola
- 1 colher de chá de tempero árabe ou pimenta do reino

Recheio para Quibe Frito
- 1 colher de sopa de manteiga
- 1 cebola pequena picada
- 200 g. de carne moída
- 1 colher de sopa de tempero árabe ou uma mistura de pimenta do reino, pimenta jamaicana, cominho e hortelã seca.
- Sal a gosto

Massa do Pastel

Numa tigela coloque a farinha e a banha e o sal, misture com as mãos até virar uma farofa. Em outra vasilha, juntar, o ovo, a pinga e a água. Mexa bem e coloque esse líquido na farinha e amasse até ficar bem ligada e soltar das mãos. Abra como o rolo de macarrão ou cilindro, numa espessura fina. Coloque numa assadeira polvilhada com farinha de trigo e cubra com papel filme e leve à geladeira por 2 horas. Depois corte, recheie a gosto e frite em óleo bem quente.

Obs.: Essa massa não pode ser congelada e por ser fresca não dura mais de 24 horas.
Massa Básica para Quibe
Lavar bem o trigo e deixar de molho uma hora antes. Misturar todos os ingredientes e amassar bem até obter uma massa lisa e homogênea.
Recheio Quibe Frito
Numa panela coloque a manteiga, a cebola, a carne moída e faça um refogado. Deixe fritar a carne, coloque os temperos um a um e deixe apurar por 5 minutos. Deixar esfriar. Modelar a massa básica em formato de quibe, fazer um furo no centro e rechear com a carne refogada.

Pastelão de Batatas

Ingredientes:
Da Massa:
200 gr de manteiga ou margarina; 400 gr de farinha de trigo; 1 ovo; Sal.
Do Recheio:
200 gr de bacon; 100 gr de picles; 750 gr de batatas; 1 dente de alho; Salsa; 1 gema; Pimenta-do-Reino (a gosto); Sal.
Modo de Preparo:
Da Massa:
Coloque a farinha sobre a mesa, junte uma pitada de sal, a manteiga ou margarina e o ovo. Amasse um pouco os ingredientes e, se necessário, junte um pouco de água morna, e deixe descansar a massa durante 30 minutos.
Do Recheio:
Pique bem o bacon, os picles, o dente de alho e a salsa e adicione sal e pimenta a gosto. Descasque as batatas, corte-as em rodelas, afervente-as em água e sal e escorre-as.
Divida a massa em duas partes, sendo uma o dobro da outra. Estenda com o rolo a parte de massa maior deixando-a bem fina, e forre o fundo e os lados de uma fôrma já untada com manteiga ou margarina e polvilhada com farinha de trigo. Coloque as batatas na fôrma e por cima das mesmas arrume o recheio. Estenda a metade da massa que ficou e cubra o pastelão com ela. Recorte a massa que sobrou e em seguida, com os dedos, faça pressão em volta das bordas, para fechar bem. Pincele toda a superfície do pastelão com a gema bem batida. Leve ao forno a temperatura moderada e asse de 35 a 40 minutos.
É aconselhável cobrir o pastelão com uma folha de papel manteiga, antes de levá-lo ao forno, para que não queime por cima.

Pizza

Massa

- 1 tablete de fermento para pão
- 900ml de água
- 1 colher (sopa) de sal
- 300ml de óleo
- 1kg de farinha de trigo
- 1kg de sêmola

Molho

- 10 tomates picados
- 10 colheres (sopa) de azeite
- 3 colheres (sopa) de sal
- 3 colheres (sopa) de orégano

Sugestões de recheio - Margherita

- 300g de mussarela fatiada
- 1/2 xícara (chá) de molho de tomate
- 6 rodelas de tomate
- 20 folhinhas de manjericão
- 3 colheres (sopa) cheias de parmesão ralado

Sugestões de recheio - Portuguesa

- 6 fatias de presunto cozido
- 2 ovos cozidos (picados)
- 1 cebola fatiado em rodela
- 10 azeitonas pretas
- 7 fatias de mussarela para cobrir

Sugestões de recheio - Chocolate

- 1/3 xícara (chá) de creme de leite fresco
- 4 colheres (sopa) de licor de chocolate
- 100g de chocolate ao leite ralado

Massa

Dissolva o fermento com o sal. Junte a água, o óleo, a farinha e a sêmola. Amasse bem e deixe descansar por 30 minutos aproximadamente. Separe em bolinhas de mais ou menos 200 g cada ou 24 bolinhas.

Obs.: Sêmola - "Fécula extraída de grãos de arroz, trigo, etc. É o que sobra depois do processo de separaçao por peneira. Deve ser conservada em ambiente fresco e seco. É muito utilizada no lugar da farinha de milho."

Molho

Bata todos os ingredientes no liquidificador e utilize.

Montagem - Margherita
Abra o disco de pizza, espalhe o molho, coloque a mussarela, o tomate, o manjericão, o parmesão e leve para assar na pedra por mais ou menos 3 minutos ou aproximadamente 10 minutos em forma de alumínio.

Montagem - Portuguesa
Abra o disco de pizza, espalhe o molho, coloque o presunto, os ovos, as cebolas, as azeitonas e cubra com a mussarela. Leve para assar na pedra por mais ou menos 3 minutos ou aproximadamente 10 minutos em forma de alumínio.

Montagem - Chocolate
Abra o disco de pizza, espalhe o creme de leite fresco sobre o disco de pizza, leve para assar por 2 minutos, retire do forno e espalhe o licor e o chocolate. Leve ao forno até derreter o chocolate.
Rendimento: os ingredientes acima rendem 24 discos.

Quibe Cru

Ingredientes:
300 gr de trigo moído (trigo para quibe); 500 gr de patinho moído e limpo com muito cuidado, sem gordura ou nervos; 1 cebola média, cortada em rodelas; 1 raminho de hortelã; sal e pimenta síria (ver abaixo), a gosto; 1 pequena pitada de Pimenta-do-reino branca moída.
Preparo da Pimenta Síria:
50 gr de pimenta-do-reino preta moída na hora; 20 gr de pimenta-do-reino branca moída na hora; 20 gr de canela em pó.
Misture tudo e guarde para ir usando à medida da necessidade.
Modo de Preparo:
Lave o trigo e deixe de molho durante 1 hora. Escorra e esprema bem com as mãos. Misture o trigo aos demais ingredientes e passe duas vezes pela máquina de moer carne, regulada na abertura mais fina possível. Coloque hortelã, muita cebola cortada em rodelas e azeite de oliva.
Cada pessoa tempera a seu gosto.

Rocambole de frango

Ingrediente
1 kl de frango moido (multiprocessado) Coxa sobrecoxa ou peito.
1 pacote de sopa de cebola
1 ovo
farinha de trigo
azeite
pano de prato úmido
papel laminado

Recheio
mussarela de búfala
tomate seco
azeitona
palmito

Modo de Preparo
junte bem o frango moido com a sopa e o ovo. Abra a massa em cima do papel aluminio.
Coloque o recheio, enrrole e vá virando até enrolar tudo polvilhe com farinha de trigo regue com azeite enrole o papel laminado e leve ao forno para cozinhar, depois retire o papel aluminio e retorne ao fogo agora para dourar.

Rolinhos de Frango com Queijo

Ingredientes
4 peitos de frango pequenos (2 kg)
1 xícara (chá) de manjericão picado
1 xícara (chá) de salsinha picada
2 colheres (sopa) de tomilho picado
1/2 xícara (chá) de queijo de cabra picado
3 colheres (sopa) de creme de leite
sal a gosto


1. Retire o tendão do peito de frango, elimine a pele e os ossos, corte-os ao meio, mas sem separá-los, obtendo 4 bifes grandes. Tempere com o sal. Coloque cada peito de frango entre dois pedaços de filme plástico e bata com um batedor para obter filés com uma espessura uniforme. Reserve.

2. Coloque em uma tigela todas as ervas, o queijo de cabra e o creme de leite. Misture até formar uma pasta.

3. Abra os filés de frango em uma superfície lisa e espalhe o queijo de cabra temperado. Enrole os filés como um rocambole e coloque-os sobre um pedaço de papel-manteiga de 35 x 25 cm. Embrulhe os rolinhos e amarre as pontas com um barbante. Coloque-os em uma panela com 4 litros de água fervente e deixe por 1 hora, ou até estarem cozidos. Retire, desembrulhe e fatie.

4. Sirva com Creme de Cúrcuma e Salsinha. Derreta 2 colheres (sopa) de manteiga em uma panela, polvilhe 3 colheres (sopa) de farinha de trigo e deixe por 2 minutos, ou até dourar. Acrescente 2 xícaras (chá) de leite e cozinhe, sem parar de mexer, até obter um creme. Junte 1 colher (sopa) de cúrcuma, 1 xícara (chá) de salsinha picada, acerte o sal e misture. Retire do fogo e sirva.

Dica
Para fazer escalopes de peito de frango, retire a pele, os ossos e os tendões. Em seguida, abra-o horizontalmente com uma faca. Coloque cada pedaço entre duas folhas de papel-manteiga e bata com um rolo de macarrão até achatá-lo. Os escalopes podem ser simplesmente fritos, empanados ou grelhados. Um peito de frango rende dois escalopes e um peito de peru rende quatro ou mais, dependendo do tamanho da ave.

Salgadinho de Cebola

Ingredientes
1/2 kg de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 cebola grande picada
1/2 xícara (chá) de leite
15 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) de manteiga
1/2 xícara (chá) de queijo ralado
1 pimenta-malagueta
sal e pimenta-do-reino a gosto
1. Peneire, em uma tigela, a farinha de trigo com o fermento e o sal. Reserve.
2. Bata por 2 minutos no liquidificador, a cebola, o leite, 14 colheres (sopa) de óleo, a manteiga e as pimentas. Retire e transfira para uma tigela.
3. Aos poucos, acrescente os ingredientes peneirados e sove bem até a massa ficar lisa. Em seguida, misture o queijo.
4. Transfira a massa para uma superfície enfarinhada, faça cordões e corte-os como choque. Reserve.
5. Unte uma assadeira com o óleo restante e disponha os pedaços de massa. Leve para assar em forno médio, preaquecido, por 35 minutos, ou até dourarem. Retire do forno e sirva.